Saturday, May 30, 2009

Tempestade

Tempestade de ideias originais
no gozo que desprende um riso grave.
Trovões e raios rebentam sem se ouvir
na loucura de nós, sós.
Por fim, no fim e enfim, em mim.
Em ti, para ti e de ti, vi
relâmpagos de beleza proibida, tentadora…
faíscas sonhadoras daquilo que nunca foi.
Imprevistos de luz que cegam o olhar,
o sentir, o observar e o possuir
impossível de rebentar numa explosão que conduz.

A carga oscila:

Positivo… Negativo…



E surge o derradeiro, o último trovejar!
Nas nuvens carregadas de sentimentos a descobrir,
chovem limalhas de ti.
Banhadas com o perfume da tentação,
corroem o pensamento fluorescente.
Fósforos queimados, brasas enfurecidas
na trovoada do desejo.

Ver-te e sentir o trovão
que lampeja e palpita na incerteza da proibição.

1 comment:

Unknown said...

love it, love it, love it!!!(obrigada pelo pénis!)