Wednesday, April 29, 2009

Poema Catita

O prometido é devido! Aqui ficam uns versos escritos para a minha irmã Rita, que sempre tem acompanhado e criticado com sabedoria e honestidade a minha escrita. Muitos Parabéns! (24/4/2009)


Como dizer e cantar a Catita,
tão frágil, doce e pequenita?
Como pensar, se é tão bonita?
Este é o poema catita, da Rita!

Acorda de manhã, devagarinho
pois o sono é importante e prolongado.
Ah! Mas quando acorda do seu soninho,
agarra o propósito, persegue o seu fado.

E nada é do seu agrado! Senão a busca da perfeição.
Em tudo o que faz, diz e sente,
A Catita é sincera e nunca nunca mente.
Obstinada, constante e livre como as notas de uma canção.

Este é o poema da Catita, menina.
Que brinca e salta e dança.
Estes são os versos da Rita, feminina
que tão amiga é, da esperança.

Qualquer um ficaria derretido,
com tamanha simplicidade.
A ritinha do arco-íris colorido
em explosões de originalidade.

Gentil, amiga do seu amigo
raramente nota que tem umbigo!
Atenciosa, firme e sonhadora.
É a Catita, confiante e ganhadora.

Thursday, February 26, 2009

Para ti, Menina.

Sem dedicatória, mas com dedicação. Palavras sábias disseram-me uma vez que o Amor é para ser celebrado com alegria. Aqui fica uma amostra disso mesmo... o Amor celebrado!




Atrevida e pequenina,
assim é... tem graça de menina.
Doce, suave e colorida,
como uma serpentina em roda viva!

É aquela rapariga mesmo ali, ao cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.

E guarda até agora o seu sorriso,
de covinhas que saltam em puro improviso.
Tem uma expressão deliciosa,
terna, gentil, e graciosa.

É aquela rapariga mesmo ali, ao cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.

O nome é de princesa, com certeza!
Com aroma de rainha, Sua alteza...
Mas não se viu tamanha realeza,
em tudo aquilo que conhecemos, como beleza.


Ah! Mas que presença singular
delícia insatisfeita de tanto olhar...
Até não poder mais e ter de parar.
E assim ficar, esperar...
E no momento certo, sem hesitar,
ir ao teu encontro, para te beijar!
E nos meus braços te apertar
para te proteger e te deixar...
Palavras no ouvido, a sussurar...
Canções de amor, melodias de embalar,
na esperança de te conquistar.
De te enfeitiçar, de te encantar.

És tu, sim tu! Aí no cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.


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