Sem dedicatória, mas com dedicação. Palavras sábias disseram-me uma vez que o Amor é para ser celebrado com alegria. Aqui fica uma amostra disso mesmo... o Amor celebrado!
Atrevida e pequenina,
assim é... tem graça de menina.
Doce, suave e colorida,
como uma serpentina em roda viva!
É aquela rapariga mesmo ali, ao cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.
E guarda até agora o seu sorriso,
de covinhas que saltam em puro improviso.
Tem uma expressão deliciosa,
terna, gentil, e graciosa.
É aquela rapariga mesmo ali, ao cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.
O nome é de princesa, com certeza!
Com aroma de rainha, Sua alteza...
Mas não se viu tamanha realeza,
em tudo aquilo que conhecemos, como beleza.
Ah! Mas que presença singular
delícia insatisfeita de tanto olhar...
Até não poder mais e ter de parar.
E assim ficar, esperar...
E no momento certo, sem hesitar,
ir ao teu encontro, para te beijar!
E nos meus braços te apertar
para te proteger e te deixar...
Palavras no ouvido, a sussurar...
Canções de amor, melodias de embalar,
na esperança de te conquistar.
De te enfeitiçar, de te encantar.
És tu, sim tu! Aí no cantinho.
Com olhos de preto escuro, escurinho
e lábios de algodão doce, docinho.
...
Bem-vindo ao meu blog de poesia. Aqui publico com irregularidade os meus poemas. Na página principal só consegue ver dois, pois não quero uma página infinita. Para ler mais basta seguir os "links" do lado esquerdo. Após a publicação do primeiro livro, a divulgação continua a ser a palavra de ordem. Por isso, espero pelos seus comentários e se gostar, partilhe! Obrigado e boas leituras.
Thursday, February 26, 2009
Saturday, September 13, 2008
... a determinar ...
Desde que te vi partir ando inseguro, e triste.
Desde esse dia me pergunto, será que me viste?
Ou me sentiste?
Será que me ouviste?
E tudo na vida se tornou questão, interrogação!
Aquele momento... aquela emoção,
que destrói a alma, e parte o coração.
Desde o mal fadado dia, número sete.
Que a hitória continua e se repete.
Desde que a asa se dobrou, se desdobrou, e se partiu...
Que o vento não mais soprou e fez parar o assobio;
que trazia a música do teu sorriso, sempre arredio,
mas se manteve de pé, nunca caiu!
Ah! Tanto que custou acordar
voltar a ver, ouvir, sentir e cheirar.
Mas acordei! E sabes o que fui encontrar?
Uma espécie de flôr rara, que nada tem de vulgar.
Como aquela única e preciosa flôr no cantinho do jardim...
Que sorria tímida e pouco, mas sorria para mim.
E assim fico com essa coisa a que chamamos lembrança,
gravada no meu pensamento, em forma de esperança.
E assim as palavras querem de novo sair
dizer as alegrias que ainda há para sentir,
contar a toda a gente o que te fazia sorrir.
Abraçar este novo sentimento. Não o deixar fugir.
Entre as ondas que rebentam no oceano da memória,
vem um pouco de ti, um pedaço da tua história
que funciona como o vento...
Sopra por trás agora, e traz consigo alento!
Mostra-me o caminho certo, na delicadeza do sentimento
e leva-me de novo na direcção do tempo.
Desde que te vi partir, ando mais sério e menos resoluto,
mas se há coisa que sempre fui, astuto!
E como tu... delicado e doce, que nem um puto.
Aspirante a poeta me tornei, talvez até bruto
para quebrar o enguiço que persiste
em não me deixar palavrear, tudo aquilo que existe.
E insiste! Vou persistir, deslumbrar a palavra que teima
apagar o fogo que arde e que se vê, mas nunca queima.
E assim voltar a sorrir novamente,
tentar dizer e repetir, ser paciente...
Parar de olhar para trás, e vêr em frente
o teu sorriso outra vez,
porque foi ele que me fez...
diferente.
De tudo e de todos, de toda a gente.
Desde esse dia me pergunto, será que me viste?
Ou me sentiste?
Será que me ouviste?
E tudo na vida se tornou questão, interrogação!
Aquele momento... aquela emoção,
que destrói a alma, e parte o coração.
Desde o mal fadado dia, número sete.
Que a hitória continua e se repete.
Desde que a asa se dobrou, se desdobrou, e se partiu...
Que o vento não mais soprou e fez parar o assobio;
que trazia a música do teu sorriso, sempre arredio,
mas se manteve de pé, nunca caiu!
Ah! Tanto que custou acordar
voltar a ver, ouvir, sentir e cheirar.
Mas acordei! E sabes o que fui encontrar?
Uma espécie de flôr rara, que nada tem de vulgar.
Como aquela única e preciosa flôr no cantinho do jardim...
Que sorria tímida e pouco, mas sorria para mim.
E assim fico com essa coisa a que chamamos lembrança,
gravada no meu pensamento, em forma de esperança.
E assim as palavras querem de novo sair
dizer as alegrias que ainda há para sentir,
contar a toda a gente o que te fazia sorrir.
Abraçar este novo sentimento. Não o deixar fugir.
Entre as ondas que rebentam no oceano da memória,
vem um pouco de ti, um pedaço da tua história
que funciona como o vento...
Sopra por trás agora, e traz consigo alento!
Mostra-me o caminho certo, na delicadeza do sentimento
e leva-me de novo na direcção do tempo.
Desde que te vi partir, ando mais sério e menos resoluto,
mas se há coisa que sempre fui, astuto!
E como tu... delicado e doce, que nem um puto.
Aspirante a poeta me tornei, talvez até bruto
para quebrar o enguiço que persiste
em não me deixar palavrear, tudo aquilo que existe.
E insiste! Vou persistir, deslumbrar a palavra que teima
apagar o fogo que arde e que se vê, mas nunca queima.
E assim voltar a sorrir novamente,
tentar dizer e repetir, ser paciente...
Parar de olhar para trás, e vêr em frente
o teu sorriso outra vez,
porque foi ele que me fez...
diferente.
De tudo e de todos, de toda a gente.
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